Gallery of photos taken by the participants

Testimonials

  • Lincohn – Medianeira, PR

    "Salve salve bikers, realizei este circuto entre 07 e 09/06/12,ja fiz varias pedaladas aki na minha região, q tem mtas alternativas de trajetos, mais fiquei surpreso quando me deparei com esse tal de vale europeu, eu fui pedal imagens i me deparei com uma natureza esplendida, muitas subidas interminaveis, cultura e culinaria otimas, fora as adegas encontradas durante o percurso. Eu indico a qualquer uma, mais tem que ter preparo pois é desgastante. Fui pela rodalivrebikers, fiz um pacote que saiu bem em conta, confiram que nosso amigo Marcos Garibitti realiza durante 2x no ano. Abraço a todos"

  • Helson Corrêa Jr – Vitoria, ES

    Acabamos de chegar do circuito, foi tudo ótimo. Parabéns aos municípios catarinenses que participam dessa iniciativa turística. Fomos muito muito bem acolhidos por todos e o trajeto é realmente maravilhoso.
    Quem tiver oportunidade de pedalar por aquelas bandas, não perca! Show de pedal

  • Mauricio Martins, São Caetano do Sul – SP

    Fiz o percurso do dia 23/12 a 29/12, simplesmente demais muito lindo com varias paisagens realmente parece a Europa, estou falando porque já fiz um pedal de cinco dias na França a diferença e que tem muitas subidas e precisa de ter um preparo razoável mas vale muito a pena.

  • Sandra S. Peleias, Rio de Janeiro, RJ

    Eu e cinco amigos levamos nossas bikes do Rio de Janeiro e partimos para Santa Catarina. Foi uma aventura ímpar, sete dias viajando por um circuito maravilhoso. Paisagens incríveis. Uma grande experiência. Valeu muito!

  • Wilson Willian Louro – Jundiaí

    Quero dar os parabéns, para os idealizadores desse circuito, fizemos na primeira semana de setembro, e apesar de estar um pouco frio, foi um passeio maravilhoso. Deslumbramos lugares lindos, tranquilos e serenos, pessoas hospitaleiras em todo o circuito, nos contando um pouco da vida da região. Mas também gostaria de relatar algo, que na minha opinião, seria muito útil. Em algumas ocasiões, ficávamos um bom tempo sem ver a seta amarela, e em algumas encruzilhadas não tinha, onde ficávamos com dúvida, como tínhamos gps ficava íamos para a direção correta, mas quem não tem, poderá se perder. Minha sugestão, é que coloquem mais setas amarelas, e algumas placas dentro da cidade, pois para encontrar os hotéis também era difícil. E a pousada do Raulino Duwe precisa de uma placa para indicar onde fica, e sem dúvida nenhuma foi a melhor pousada em que paramos. Mas mesmo assim, o circuito Vale Europeu é mágico.

  • Alexandro Stephanin – Campo Limpo Paulista, SP

    Saímos de Campo Limpo Paulista no sábado (04 de outubro de 2014) rumo a Timbó. Fomos em 6 pessoas em 2 carros. A viagem foi tranquila, com um pouco de trânsito mais intenso na Serra do Cafezal e depois de Registro onde havia um acidente com dois caminhões.
    Chegamos em Timbó por volta das 17h e fomos direto ao Restaurante Thapyoka para retirar nossos guias (com dicas e informações sobre o percurso – mapas e altimetria) e passaportes (durante a viagem fomos carimbando o passaporte em diversos locais como hotéis, restaurantes, etc.).
    Na sequência fomos ao Timbó Park Hotel, onde passaríamos a noite. O hotel permite deixar o carro no estacionamento durante os dias em que estamos pedalando.
    Como começamos o pedal no domingo de eleição, antes do pedal fomos até uma zona eleitoral para justificar nossa ausência. Em seguida, voltamos para o hotel, pegamos as nossas bagagens e partimos para Pomerode.
    No quesito das malas, fomos muito bem orientados pelo Marcelo Fernandes, nosso Mestre e Guia. Tanto que praticamente tudo que levamos foi realmente utilizado e pelo menos aparentemente ninguém sentiu falta de nada. Depois faremos uma lista básica do que foi levado nas malas. Dos 6 bikers, 2 estavam apenas com alforje, 2 com alforje e mochila de hidratação e 2 somente com mochilas.
    Voltando ao pedal, não seguimos exatamente o roteiro sugerido pelo guia, e sim um roteiro preparado por nosso guia, o Marcelo. Como ele havia feito o percurso no ano anterior, a decisão foi retirar trechos de asfalto e fazer o trajeto no sentido inverso do original. Em muitos momentos utilizamos a rota dos mochileiros e fizemos trechos considerados opcionais também.
    Voltando ao que interessa, no primeiro dia de pedal nosso percurso foi de Timbó a Pomerode, exatamente como o percurso original, porém, seguimos a rota dos mochileiros, que é bem diferente. Como esse trecho inicial era o menor de todos, decidimos fazer uma das partes opcionais do roteiro, que é o Morro Azul, rampa de salto de parapente que permite uma visão privilegiada das serras e de algumas cidades da região. A subida é bastante íngreme e quem estava com alforje sofreu um bocado para subir, mas todos chegaram lá. O visual compensa o esforço. Depois de descer o Morro Azul, pegamos uma outra descida maravilhosa, praticamente caindo dentro de Pomerode. Lá nos hospedamos na Max Pousada, bastante simples mas acolhedora. Chegamos um pouco depois das 14h e já fomos avisados que se quiséssemos almoçar, seria melhor nos apressar. Até nos deixaram preencher a documentação do check in depois para ganharmos tempo, mas mesmo assim não conseguimos chegar a tempo de co! nseguir almoçar na Torten Paradies. Em compensação, a partir das 14:30h foi servido um maravilhoso Café Colonial. Vale a pena conhecer! À noite fomos jantar na Cervejaria Schornstein, um lugar muito bacana com cerveja artesanal de qualidade e ótimos pratos.
    2º Dia de Pedal – Pomerode a Palmeiras
    Como no final do percurso do 1º dia tivemos uma descida enorme, já era esperado que teríamos algumas boas subidas para encarar. Após o café da manhã preparamos as bikes e quando estávamos quase prontos para partir, uma garoa fina começou a cair, mas rapidamente parou. O céu ficou nublado o dia todo, mas não pegamos chuva em nenhum momento. Nesse trecho da viagem já não encontramos estabelecimentos comerciais então é importante levar quantidade de água e alimento suficiente para todo o percurso. Após passar pelo Rio Milanês pegamos uma subida longa e com trechos com inclinação mais forte, que ficam ainda mais pesadas em função da bagagem que estávamos levando. Mas foi um trecho muito bonito, atravessando serras com muita mata nativa e frequentemente encontramos nascentes e rios. Em Palmeiras ficamos hospedados no Chalé Flor da Terra, localizado em frente à represa de Palmeiras, onde se encontra a Barragem do Rio Bonito – Usina Rio dos Cedros. Ao cheg! ar na Flor da Terra fomos recebidos pela Duda com café quentinho, suco de uva, bolo e cuca. Tudo delicioso! Esse foi o dia mais frio que pegamos durante a viagem. Após tomarmos o café da tarde, tomamos banho e alguns foram lavar roupa, outros descansar e depois todo mundo ficou assistindo TV na sala com a companhia agradável dos cobertores. O jantar foi servido por volta das 18h, preparado no fogão à lenha com muito carinho. Fizemos uma belíssima refeição. Depois ficamos assistindo mais um pouco de TV e aos poucos todos foram dormir.
    3º dia – Palmeiras a Doutor Pedrinho
    Começamos o dia cantando parabéns para o Ewerton, aniversariante do dia. Café da manhã reforçado para encarar o pedal, correntes lubrificadas e preparadas, mas ainda deu tempo de tirar umas fotos da represa. A Flor da Terra fica no alto de um morro e tem uma visão privilegiada. Começamos o pedal com tempo nublado mas conforme o tempo foi passando, o sol deu as caras. Nesse dia atravessamos dois riozinhos mas o ponto alto foi conhecer a cachoeira Véu de Noiva. Primeiro subimos 1km até chegar a um mirante de onde foi possível visualizar a cachoeira pela primeira vez. Já ficamos deslumbrados com o que vimos. O Marcelo queria chegar mais perto e continuou pedalando, mas uma porteira o impediu de seguir (rsrs). Então descemos pelo mesmo caminho e seguimos pela outra trilha que leva até a base da cachoeira. Fomo pedalando até certo ponto, mas decidimos deixar as bikes perto de uma ponte e seguimos caminhando por mais alguns metros. A cachoeira é fantástica e o nome! Véu de Noiva é perfeitamente compreendido ao se ver a nuvem branca de água que a queda d´água forma. Ficamos um bom tempo por lá, mas ninguém teve coragem de entrar na água. Embora o sol já tivesse aparecido, a temperatura não estava muito adequada para um mergulho. No caminho para Doutor Pedrinho vimos mais uma cachoeira, que imaginamos ser a Cachoeira Paulista e uma gruta bem ao lado dela. Ao chegar na Bella Pousada fomos guardar as bikes e descobrimos que tinha um grupo de ciclistas hospedado também. Novamente café da tarde, banho e um descansinho básico antes do jantar. A cidade é bem pequena e da pousada era possível ver a cidade toda. Ao descer para jantar conhecemos os ciclistas, que tinham chegado no dia anterior e ficaram um dia a mais para conhecer a região caminhando. Pessoal super bacana que voltaríamos a encontrar em Timbó quando terminaram a viagem na sexta-feira. Jantamos juntos e trocamos muitas ideias e informações sobre a viagem e outr! os pedais. Combinamos o horário do café da manhã e vamos pr! a cama descansar que ainda restam dois dias de pedal.
    4º dia – Doutor Pedrinho à Pousada Campo do Zinco
    Saímos da pousada e passamos em um supermercado para comprar água e frutas. Estávamos com uma expectativa legal de encontrar um casal de amigos que estava fazendo o percurso no sentido contrário que o nosso (na verdade eles estavam fazendo o percurso certo rs). E realmente conseguimos encontrá-los no trecho que leva ao Campo do Zinco. Foi muito bacana! Tiramos uma foto e a Katia e o Edson seguiram viagem, já que ainda tinham bastante chão pela frente. O percurso foi curto, quase 34 km, mas o trecho final para chegar ao Campo do Zinco é praticamente só subida. Mas antes disso paramos em um mercado, onde pudemos comprar coisas para comer e beber. Nesse dia tivemos 1.148m acumulados de subida em uma distância relativamente pequena. Mas ao chegar ao mirante de onde é possível ver a Cachoeira do Zinco, temos certeza que valeu totalmente a pena ter sofrido um pouquinho para chegar até lá. A visitação é autorizada para visitantes até esse ponto, sendo permitida a ! passagem apenas para quem se hospedar na Pousada Campo do Zinco. Ficamos por ali admirando a paisagem por um bom tempo, mas enfim a fome nos pediu para seguir em frente, rumo à Pousada. Chegamos cedo e ainda não estavam esperando por nós. Mas estava detalhado no e-mail de confirmação da reserva que a entrada seria a partir das 16h e nós chegamos antes das 14h. Apesar de estarmos adiantados, fomos muito bem recebidos e já liberaram a geladeira. E o mais legal é que a marcação do consumo ficava por nossa conta. Algum tempo depois tivemos o imenso prazer de conhecer a Margarethe e o Egon. Só de lembrar dá uma baita saudade desse lugar. A passagem pelo Zinco é opcional no circuito oficial, mas recomendamos fortemente que planejem passar por lá. O lugar é especial, os quartos incríveis, a comida (ah, a comida...) é fantástica e a companhia da Margarethe e do Egon fazem a diferença. Como estávamos com fome, além do delicioso bolo de chocolate e rosquinhas que! estavam à nossa espera, pedimos umas pizzas para enganar a f! ome até o jantar. Enquanto as pizzas eram preparadas, tomamos banho. Comemos, conversamos bastante com o Egon e depois fomos conhecer a plantação de Mirtilo da fazenda. Nossa, o jantar foi sensacional! Carne, peixe, salada, tudo delicioso e preparado com extremo carinho pela Margarethe. Valeria a pena ir até lá somente para jantar rsrsrs. Depois desse momento maravilhoso, o Egon nos convidou para ver algumas fotos e conhecer um pouco mais da fazenda e das histórias. Ficamos impressionados com a quantidade de neve que caiu no inverno de 2.013. Quase inacreditável. Muitas fotos de animais silvestres, das cachoeiras e da natureza. O cansaço foi chegando e fomos para nossos quartos descansar o corpo, já que a mente já estava totalmente leve.
    5º dia – Pousada Campo do Zinco a Timbó
    No café da manhã fomos surpreendidos com um mamão papaia recheado com morango. Que combinação perfeita! Além da geléia de jabuticaba fresquinha que a Margarethe fez à noite, tinha mais um monte de geléia, uma melhor que a outra. O Marcelo não cansava de experimentar kkkk. Mesmo querendo ficar mais um pouco, tínhamos o último trecho para encerrar nossa aventura (mas não deixamos de passar novamente no mirante para admirar a Cachoeira do Zinco por mais uns minutos). E por sinal, foi o trecho mais longo e mais cansativo. Talvez pela expectativa de que iríamos descer muito (saímos de 800m de altitude no Zinco para 82m em Timbó), acreditávamos que seria bastante tranquilo. Mas pela primeira vez tivemos a companhia do sol durante todo o pedal, e isso foi bastante desgastante. E realmente nós despencamos do Zinco até Rodeio, passando pelo Caminho dos Anjos que no sentido em que estávamos, era uma longa descida com mais de 8km. Passamos pelas diversas estátuas d! e anjos e pela estátua do Cristo Redentor, onde paramos para tirar fotos. Passamos por Rodeio por volta das 13h e decidimos parar um pouco pois o sol estava muito forte. Felizmente foi o único dia em que tivemos que encarar o sol. Nos outros dias o céu ficou encoberto a maior parte do tempo. Depois de comer e tomar algo bem gelado, voltamos para a trilha e enfrentamos algumas subidas bem complicadas, com o sol rachando na cabeça. Não foi fácil, mas todos conseguimos superar as dificuldades e chegar ao objetivo final. Chegamos ao ponto final por volta das 16:30h. Passamos no Thapyoka para entregar nossos passaportes carimbados e receber nossos certificados. A intenção era ficar por ali mesmo para começar a comemoração, mas o restaurante só abriria às 18h e estávamos com fome e sede. Então fomos para o hotel onde pudemos brindar e comemorar essa conquista pessoal, que certamente ficará guardada na memória de todos nós.
    À noite fomos conhecer o Bistrô Entre Parênteses, da Xuxa que é irmã da Margarethe. Vale a pena conhecer! Estávamos simplesmente morrendo de fome. A Xuxa nos serviu umas entradinhas que praticamente evaporaram rs. Pedimos um reforço, e mais um, e mais um. Aí deu kkkkkk. Para pedir os pratos, a Xuxa perguntou para cada um o que poderia e o que não poderia ter. No começo isso causa uma certa surpresa ou talvez um certo espanto (tudo que é diferente gera um sentimento estranho), mas quando os pratos foram servidos, foi uma alegria só! E o mais interessante é a diversidade de opções, pois tivemos Bacalhau, Risoto de Camarão, Carré de Cordeiro, Massa, Carnes, ou seja, tinha praticamente tudo!!! Os pratos estavam excelentes, todos gostaram bastante. Também vale a pena conhecer, mas é melhor não ir com muita fome nem pressa, pois não se deve ter pressa em um Bistrô.
    Aproveitamos para dar uma passada na Oktoberfest na sexta-feira e no sábado voltamos para casa. Valeu cada pedalada que demos!

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